13/07/2004

E eu a vê-las chegar...

Faltam seis dias de trabalho para entrar de férias. Todos os dias peço aos céus que sejam melhores que as do ano passado. Se não forem, acho que me recusarei eternamente a ter férias a não ser que seja para estar sózinha.
Hoje lá por casa o dia não começou nada bem. O Arturito não quis comer o pequeno-almoço, não teve direito a levar lanche para a praia e para o ATL, porque ontem nada comeu daquilo que o pai mandou, e como me desobedeceu ficou de castigo. Disse ao Artur para o castigar, e ele delegou em mim tal tarefa. Em discordância com o critério do pai, que acha que os castigos são para cumprir em casa, proibi o miudo de jogar à bola na escola. Pelo que já deu para perceber, ainda na passada quinta-feira, em que o pai o pôs de castigo, ele não se rala mesmo nada de não ver televisão e de não brincar em casa. Mas ralou-se e bem de ficar impedido de jogar à bola. De que vale um castigo se é perfeitamente ineficaz?
Seja como for, fiquei logo com a disposição estragada. Ou melhor, mais estragada do que tem andado... Ontem, de manhã, saí de casa, entrei no carro, e zás!, marcha-atrás estragada, nada de entrar, manipulo avariado. Felizmente tenho o carro do Artur mas não quero nem ver o preço do arranjo. Mais uma coisa a imputar ao reembolso do IRS. Será que tal desgraça chegará para tudo? Espero bem que sim, e de preferência que ainda sobre qualquer coisita que o inicio de Setembro vai trazer custos acrescidos...
O meu filhote esteve lindo na festa da escola, portou-se tão bem quanto consegue nestas ocasiões e teve "muito bom" no seu diploma. O fim de semana foi calmo e por casa. O próximo será mais conturbado, com a assembleia geral da Habitat for Humanity, a festa de primeiro aniversário do Miguel e uma eventual ida a Pernes para análise do recinto onde se irá efectuar daqui a um mês a festa de aniversário e de batizado do Pedro. A ver vamos se dá para fazer isto tudo.
Quanto à situação política portuguesa nada tenho a dizer. Alguém terá? O melhor é mesmo sentarmo-nos a um canto e esperarmos que passe...